terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Apreciação de Restaurantes XLVI

. Cervejaria "O Tacho" - Bairro Azul - Lisboa
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Tem uma pequena esplanada no passeio e uma sala comprida no interior - mas bastante desconfortável pois, apesar de ter ar-condicionado (por não ter guarda-vento), cada vez que abrem a porta, leva-se com a aragem fria da Rua. Todo o espaço é acanhado e as mesas são, também, exíguas (de café).

O serviço é despachado; As entradas são constituídas por azeitonas-galegas e cesto de pão, com broa (0€70); O vinho da casa, servido a jarro (1/2 = 3€) é bebível. Existiam vários pratos-do-dia, quer de peixe quer de carne (todos entre 7 e 9 €). Optámos pelo Cozido (8€50) - (Não há 1/2 doses)

Surgiu bem servido (dá, à vontade, para 2 pessoas), com boa qualidade e variedade de carnes, enchidos e legumes.

Quanto aos doces (não nos foi fornecida carta - é tudo por "31 por boca"), tanto o pudim como a mousse de chocolate (2€30 cada), eram demasiadamente doces.

Nos cafés (0€70 cada), a marca também não ajudou a um "final feliz".

A refeição ficou pelos 10€ pessoa, o que até seria recomendável, se fossem corrigidos os óbices acima apontados.
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Restaurante PapaZoo - Lisboa :
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Fica, como o próprio nome indica, no interior do Jardim Zoológico (frente ao lago dos patos); Não tem sala coberta (apenas uma ampla esplanada).
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Possui um sistema de refeição a preço-fixo (8€50), mas cingido a 4 pratos-do-dia, e incluindo apenas o prato (mesmo prato, não travessa) e uma bebida (só imperial, ou água - sem gás). Ausência de entradas (nem umas azeitoninhas) e, até, de pão. O serviço é atento, mas algo demorado.
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O arroz-de-pato, apresentou-se com quase mais salada (misturada) que arroz (e, este, bastante gorduroso); O Bacalhau-com-natas, também bastante desinteressante.
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Dado que as sobremesas (com pouca escolha) e, até, os cafés, são pagos separadamente, o preço da refeição-completa acaba por rondar os 12 € o que, é manifestamente exagerado (dada a fraca qualidade da confecção).
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Picareta Escribante

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Sortudos vs. Azarados

. Há Pessoas que nasceram sob a influência de uma boa estrela (ou têm bons Padrinhos, entre os Anjos-da-Guarda), a quem a Vida corre às mil maravilhas; Outras, porém, por mais que se esforcem, nunca conseguem vingar nem "sair da cepa-torta".

Os Teóricos afirmam, "à boca-cheia", que é tudo uma questão de Atitude; enquanto que, os Sortudos, limpam as suas consciências, afirmando que - se têm sorte - é porque se esforçaram, enquanto -os outros- nada fizeram para progredirem.

Então como explicar, por exemplo, simples factos como :

- Enquanto que os Sortudos chegam a qualquer local lotado e arranjam logo um lugar para estacionarem (porque parece estar sempre alguém à espera deles, para lhes dar o lugar quando eles estão a chegar), os azarados fartam-se de dar voltas e só muito dificilmente conseguem estacionar.

- Enquanto para uns, os semáforos parecem estar sempre verdes; para outros, passam logo ao vermelho, assim que os vêm aproximar-se.

- Enquanto uns fazem todo o tipo de transgressões e nunca são autuados; outros mal prevaricam uma vez, têm logo as Autoridades "à perna".

- Enquanto uns partem para férias em locais desconhecidos, sem qualquer programação, mas encontram sempre bons restaurantes, alojamentos, etc.; outros, por mais precavidos e informados que vão, quase tudo lhes corre mal.

- Enquanto uns jogam nas TotoLotarias e lhes sai sempre qualquer coisa (quando não, valiosos Prémios); outros passam uma vida inteira a jogar e, só muito raramente, lhes sai um pequeno prémio (que nem dá para voltarem a jogar).

- Enquanto uns se metem em Negócios, ou em qualquer outro tipo de iniciativa, e tudo lhes corre bem à primeira; outros nunca conseguem "levantar cabeça" e, se finalmente conseguem algo, é à custa de muito esforço e tentativas frustradas (pois passam todo-o-tempo "a remarem contra a maré").

 Os Previligiados não gostam de atribuir nada ao Destino, e preferem pensar que são eles que o constroem. Nesse caso, porque não decidem eles a data e a forma da sua morte ?
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Picareta Escribante