quarta-feira, 7 de setembro de 2011

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Tempo na Net

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Muitas pessoas acham que passo o-dia-todo agarrado ao computador.

No entanto, a minha rotina (quando não tenho nada de mais interessante para fazer), é a seguinte :

Das 6 às 7 horas - levantar, tomar banho, fazer e tomar o pequeno-almoço.
Das 7 às 9 horas - publicações nos blog; pesquisa da poesia, e sua publicação no facebook.
Das 9 às 10 horas - tonar café e fazer compras.
Das 10 às 12 horas - Pesquisas para efemérides; publicações no Face.
Das 12 às 15 horas - fazer e tomar almoço; siesta
Das 15 às 17 horas - abertura e envio de Mails
Das 17 às 19 horas - passeata/lanche
Das 19 às 21 horas - Efemérides no Facebook
Das 21 às 22 horas - Leituras
Das 22 às 6 horas - Ó-ó

Tudo somado, corresponde a 16 horas de lazer e, apenas, 8 horas de Net (um normal horário-de-trabalho, portanto)

E, para aqueles que acham que passo demasiado tempo no Face, é necessário esclarecer que, as 8 horas diárias que dedico ao computador, são equitativamente distribuídas por : Pesquisas, Mails, Blogs e...Facebook.

O que sucede é que, como tenho sempre o Youtube aberto, porque gosto de ouvir música -ao sabor das circunstâncias- enquanto trabalho, para não stressar aproveito os tempos mortos das pesquisas, dos descarregamentos de mails ou dos carregamentos de fotos nos blogs, para escutar umas musiquinhas (e, já que as pesquisei, descarrego-as também para o Face).

Espero que tenha ficado tudo muito bem esclalhecido !...
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Picareta Escribante

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Apreciação de Restaurantes XLVIII

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Restaurante Lorga - Lisboa
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Fica no nº 37A, da Rua Ressano Garcia (Bairro Azul); Tem uma boa sala-interior, com balcão à esquerda e WCs ao fundo e, ainda, uma boa esplanada-envidraçada. O serviço é simpático e eficiente, embora um pouco demorado. As entradas resumem-se a pacotinhos de manteiga, mas o pão sai quentinho. O vinho-da-casa, servido a jarro (1/2 = 2€90), é agradável.

A Ementa é virada aos grelhados e, nos pratos-do-dia, existe bastante escolha; no dia em que o visitámos, podia escolher-se entre carapaus, sardinhas ou perca grelhados, e perna-de-peru no forno, febras, entrecosto ou costeletas de porco grelhados.

A perna-de-peru (6€90), apresentou-se bem assada e servida, acompanhada de batatinhas-assadas e salada-mista.
Os 2 bons carapaus (6€80), bem grelhados e frescos, acompanhados de batata-cozida, salda-de-alface e molho-à-espanhola.
(Pena que, as saladas e -sobretudo- os molhos, não sejam servidos separadamente).

Nas sobremesas (1€80) o molotoff com caramelo agradou, mas o creme-de-laranja com chocolate, já estava um bocado seco.

A refeição, com cafés, ficou nos 12€/pessoa, o que pode considerar-se razoável.
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Cafetaria do Museu de Arte Popular - Lisboa
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Fica no antigo pátio daquele Museu (junto ao espelho de-água - Belém). Tem um poço no centro, à volta deste um espaço descoberto arborizado e relvado com algumas mesas e, a toda a volta, um telheiro com mesas e cadeiras de esplanada; ao fundo, à esquerda os WCs. e à direita um balcão e a cozinha.

O serviço, entregue a empregados Jovens e...Portugueses, é profissional e atencioso, embora um pouco demorado.

Entradas, só manteigas. Pão, cacetinhos brancos e mal cozidos. Não deu para ver que vinhos havia porque, dado o calor, optou-se pela imperial.

Não existe Ementa : apenas dois pratos-do-dia e dois grelhados (8€50 c/ café + 1€50 c/ sobremesa). Para além destes, só bacalhau-espiritual (9€50), saladas, ou sandes.Tudo sai já empratado.

Quando o visitámos, os pratos-do-dia eram : arroz de frango ou lombo de porco assado; E nos grelhados, febras ou costoletas de porco.
O arroz apresentou-se gostoso, com bastantes pedaços de frango, acompanhado de cenoura-ralada e salada-mista
O lombo (era mesmo lombo, mas apenas duas fatias finas), acompanhado de batatas-fritas e salada-mista.

Nas sobremesas, tanto a mousse-de-chocolate como a fatia-de-Tomar (caseiras) agradaram.

Uma refeição assim constituída ficou pelos12€/pessoa o que, dado o serviço, os ingredientes, a confecção e a localização, é perfeitamente aceitável.
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Picareta Escribante

domingo, 4 de setembro de 2011

Obras de Fachada

- Agora que a maioria das pessoas deixou de levar farnéis para os seus passeios-particulares, e que os passeios-organizados (Excursões), também passaram a fazer as refeições sempre em Restaurantes (mesmo com bom tempo) é que, as Autarquias, andam espalhando Parques-de-Merendas por tudo quanto é sítio (para ficarem, na maior parte do tempo, "às moscas").

- Agora que cada vez há menos Crianças e cada vez mais Idosos é que, as Autarquias, andam espalhando Parques-Infantis por tudo quanto é sítio para ficarem, na maior parte do tempo, "às moscas".

- Não seria preferível dedicarem, antes, esses espaços a equipamentos para ocupação da 3ª Idade ?

Estes são, apenas, alguns exemplos da forma irresponsável como o dinheiro de todos nós é desbaratado pelos Autarcas, em obras-de-fachada sem qualquer utilidade, e com elevadas despesas de manutenção.

Maior parte das obras-recentes, mandadas executar pelas Autarquias, são arranjos-urbanísticos de muito mau-gosto e reduzida utilidade (com bancos colocados de costas para a paisagem, por exemplo).

Dá a impressão que, tudo o que interessa, é dar trabalho a meia-dúzia de Empreiteiros.

E, depois, admiram-se por os equipamentos não serem utilizados pela população e aparecerem até, em alguns casos, vandalizados ?
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Borrar a pintura...
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Picareta Escribante

sábado, 3 de setembro de 2011

Roby masoquista

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Oláaa, alembram-se de mim ? Poisé, sou o Robym !
Há muitas Luas que o meu dono não dava notícias de Moi, às minhas inúmeras Fãs !
Presentemente, estou com 2,5 anos, meço 75 cm. (de uma ponta à outra) e peso 7,5 Kg (bem proporcionado, portanto).
Fui, há dias tomar mais uma dose de vacinas e, tirando umas bufadelas, portei-me muito bem.
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Eis a minha rotina-matinal - Mal acordo, faço uns alongamentos : Seguidos de uma lavadela (à gato) :

Una pausa para recuperar o fôlego :

Um pouco de med(e)itação :

Descobri que sou maso.quisto - adoro que o meu dono me dê tá-tau no rabo-gôdo :

(É assim que ele ensaia, para tocar bombo...)

E, quando ele para, digo sempre - Intão, não há mais ?!

Sinto-me "nas nuvens" depois destas sessões de massages...

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Intão, intéi à próxima.
Jokinhas do Roby

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Mania das Grandezas

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Quem for na conversa dos Media, Autarcas, Autoridades, etc. deste País (e não conheça mais nada, senão o seu torrãozinho), logo se capacita que vive no melhor País do Mundo (e arredores) :

- As praias do Algarve são apresentadas como únicas, quando o que não falta são praias paradisíacas (e sem estarem atulhadas de cimento por todos os lados)
- Évora apresenta o seu templo-romano como uma relíquia, quando há centenas de vestígios-romanos bem maiores e melhores conservados.
- O Zoo de Lisboa já foi anunciado como o melhor do Mundo, quando existem centenas deles com melhores condições (tanto para os visitantes, como para os outros animais).
- Em Sintra, os Palácios de Monserrate, da Regaleira ou da Pena são apresentados como uma jóias únicas, quando existem milhares ainda melhores.
- Outras Localidades gabam-se dos seus Castelos, Matas ou Paisagens, como se não existisse mais nada que se comparasse em todo o Planeta.

É certo que temos coisas bonitas (que deveriam estar melhor preservadas) mas tudo em ponto muito pequenino, como o País que somos.

Na realidade, as Pessoas só se deixam enganar por estes exageros, porque querem : mesmo que não tenham possibilidades de viajar (e basta irem aqui ao lado, a Espanha, para verem coisas muito mais imponentes), existem muitos programas na TV (já para não referir a Net), que mostram o que de bom pode ver-se por esse Mundo fora.

Porque carga-de-água é que num País tão pequeno (e com tão poucos recursos, quer materiais quer humanos), se iria concentrar tudo o que há de melhor na Terra ? Por algum milagre da Senhora de Fátima ? (também, os outros Países, têm seus Santos-Milagreiros).

É certo que tivemos o nosso período-aureo na Época-dos-Descobrimentos (mais por interesses da Nobreza/Burguesia da época, que por questões Culturais) assim como, outros Povos, também tiveram o auge das suas Civilizações. Mas, no nosso caso, tal já se passou há 500 anos e, de então para cá, entrámos em acelerada decadência (a ponto de, praticamente tudo o que temos de interesse para mostrar, datar dessa época).

Vem tudo isto a propósito de, a nível-pessoal, também termos ficado com a mania que -cada um de nós- é o Maaaior ! (tal nota-se, sobretudo, nas gentes do Norte - que me desculpem os meus amigos-nortenhos) :

Que, as pessoas, cultivem a auto-estima é -até- aconselhável. Mas, o que se passa com muitas, é que logo partem para se considerarem os melhores em tudo o que fazem : nunca há terra, ou bairro, ou casa, ou carro, ou trabalho, ou clube, ou mobiliário, ou aparelhómetros, etc., que possam ser melhores que os seus ! Ninguém como eles sabe comprar, ou escolher, ou fazer tão bem as coisas !

E parece que, quanto menos sabem, mais se auto-elogiam (Ao contrário de Sócrates, que era um Sábio, mas reconhecia que "Só sei que nada sei").

Não há pachorra para estes Cromos ! Porque não se enxergam :
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Picareta Escribante

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Apreciação de Restaurantes - XLVII

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Churrasqueira do Marquês - Lisboa (Nova Gerência) :
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Fica no nº 184 da Calçada da Ajuda; Entra-se por uma sala com grelhador, vitrina frigorífica e balcão comprido à esquerda e algumas mesas à direita; mas, passando pela Cozinha, existe uma outra sala maior (mas interior, e bastante barulhenta).

O Serviço é rápido e escorreito; O pão é gostoso (de uma pastelaria ao lado, dos mesmos proprietários). Para entrada há azeitonas-esverdeadas (0€35). O vinho-da-casa é da Adega da Labrujeira (garrafa de 0,75 l = 3€20).

Para além do frango, e outros grelhados (que também vendem para fora), há uma grande variedade de pratos para escolha; os pratos-do-dia (6€20)eram : arroz de polvo, caldeirada de cabrito e leitão assado.

O arroz apresentou-se malandrinho e com o polvo tenro (mas com um exagero de pimentos).

O cabrito era borrego, e da caldeirada, apenas apareceram as batatas. As mousses de manga (2€10) satisfizeram.

A Refeição ficou pelos 11€/pessoa o que poderá justificar-se pelo serviço e confecção, mas não pelo ambiente e ingredientes.
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Dom Manolo (Rei dos Frangos de Cascais) :
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Fica no nº 13 da Avª. Marginal, daquela Localidade; Para além das instalações interiores, possui uma ampla e frondosa esplanada.

O serviço é rápido e cordial. Ausência de Entradas (salvo os mariscos que contam na lista). Pão-fatiado (1€50).

Convem observar bem pratos e talheres e pois, por estarem muito tempo ao pó, não primam pela limpeza.

Para além das sardinhas, do meio-frango assados (6€50), e de omoletes, febras/entremeadas/costoletas de porco, a Lista compreende vários outros tipos de pratos (mas já um bocado mais caros).

As sardinhas (4) apresentaram-se de boa qualidade e bem assadas, apenas acompanhadas de batatas-cozidas. A salada (s/ pimentos) custa mais 3€50.

A omolete de gambas (7€50), bem confeccionada (seca por dentro) e com bastantes bocados das ditas, veio acompanhada de batatas-fritas.

2 canecas de cerveja custaram 5€, e uma lata de refrigerante 2€. Não foram consumidas sobremesas, pois o Santini fica ali perto...

Uma refeição assim constituída rondou os 14€ pessoa, o que (dada a localização e a época-balnear) pode considerar-se aceitável.
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Picareta Escribante